Técnica conservadora de estruturas para avaliação, interpretação e orientação, visando o tratamento dos problemas da coluna vertebral e, ou, seus comprometimentos.

Resumo:
Espondiloterapia é um Protocolo de Avaliação, Interpretação e Orientação para os problemas da coluna vertebral ou relacionados com ela. Não é uma técnica de massagem, mas age como um gerenciador de outras técnicas como a própria Massagem Neurocirculatória, as Descompressões Vertebrais, Quiropraxia, Osteopatia e outras, isto porque com a Espondiloterapia consegue-se uma avaliação do paciente mediante a coleta de sinais e sintomas para após interpretá-la e encontrar o fator gerador das queixas, estabelecer as condutas apropriadas e poder passar as orientações que possibilitarão se não a cura, uma substancial melhora do paciente. Costumo dizer que a Espondiloterapia é um gerenciador das atividades do terapeuta mostrando o que o paciente tem, por que tem e o que deve fazer para não ter mais


 

Justificativa: Por que Espondiloterapia?


 

             Espondiloterapia significa, literalmente, “Terapia das Vértebras”, pois a palavra Espôndilo tem origem Grega definindo o que conhecemos por “Vértebra”. No início do século XX, na Europa, a palavra “Spondylotherapy” era usada para definir um trabalho de “percussão” no Processo Espinhoso das Vértebras 

Veja: http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/spondylotherapyspondylotherapy (spônˈ·di·lō·theˑ·r·pē), therapeutic approach in which the practitioner places the middle finger on the spinous process while using the other hand to strike the finger with blows that rapidly rebound. Typically, the practitioner applies one or two cycles per second. This approach is generally applied to at least three vertebrae adjacent to each other. Also called percussion technique.



 


            Este método de tratamento também recebeu outros nomes como Reflexoterapia Vertebral, Método Abrams de Tratamento, Quiromassage e outros. Quando esta terapia veio para o Brasil, na tradução do livro “Le Rèflexe Vertèbral,” escrito por Louis Van Steen, e editado por Maloine S.A. Éditeur – Paris e impresso nas Oficinas Gráficas da Organização Andrei Editora Ltda – 1983, aqui chegou com o nome de “O REFLEXO VERTEBRAL técnica das percussões e terapêutica”. Foi deste modo que ficamos conhecendo a palavra Espondiloterapia. Após pesquisa nos órgãos competentes tomamos providências para registrar este nome a fim de usá-lo para identificar esta obra. Hoje, no Brasil, Espondiloterapia significa:

            Um “Protocolo de Avaliação Interpretação e Orientação para Tratamentos dos problemas da Coluna Vertebral e, ou, seus comprometimentos” desenvolvido e registrado por Rubens Balestro (INPI Nº823246850).

           Este “Protocolo” é um verdadeiro “gerenciador” para a Avaliação, Interpretação e Tratamentos dos muitos problemas da Coluna Vertebral e, ou, seus comprometimentos buscando, nos sintomas neurocirculatórios, uma relação com as alterações, para mais ou menos, nos desvios de eixo da coluna vertebral (ADEC) e, só então, aplicar o tratamento que, invariavelmente, inicia por uma orientação que, além dos esclarecimentos necessários, passa por uma reeducação postural objetivando restabelecer as curvaturas naturais da coluna do paciente (lordose lombar, cifose torácica, lordose cervical e escoliose).

           Após estas etapas (avaliação, interpretação e orientação) inicia-se o que chamamos de “apressar a cura” onde técnicas de tratamentos massoterápicos (Massagem Neurocirculatória / Drenagem Linfática), técnicas de Tração, Descompressão Vertebral e outras que se fizerem necessárias, serão aplicadas, inclusive REPOUSO em posições especiais. Sendo assim, a Espondiloterapia não é uma técnica de massagem e sim uma nova maneira de abordar os problemas onde se faz necessário o uso da Massagem Terapêutica, em especial no tocante aos problemas de origem na coluna vertebral ou seus comprometimentos buscando a solução permanente para estes males.

            Na Espondiloterapia, vários conceitos são inovadores tais como: Por trás de um problema de coluna vertebral, com exceção dos traumas, patologias como a tuberculose, a espondilite anquilosante, as metástases, as deformações congênitas como a “Listese”, existe uma causa comum encontrada nas Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna (ADEC) e que é provocada pela “MÁ POSTURA” (MP). Mas o que vem a ser uma “MP”? No conceito da Espondiloterapia “MP” é quando alteramos, aumentando ou diminuindo, uma curvatura “NATURAL” da coluna vertebral a ponto de agredirmos a folga fisiológica das estruturas envolvidas (20 minutos ou mais). Que curvaturas são estas? Os desvios do eixo: Lordose, Cifose e Escoliose. Na visão da Espondiloterapia todos têm estas curvaturas, algumas são posturais outras estruturais, mas estas curvaturas só passarão a ser causa de dor quando alteradas, para mais ou para menos. Outra contribuição da Espondiloterapia é a introdução do termo “Escoliose Social”, comum a todas as pessoas. Esta Escoliose, como o seu próprio nome diz, deriva da sociedade dos “destros”, não necessitando, para existir, aparecer em radiografias (por isso se diferencia das demais escolioses), podendo sobrepor-se às outras formas de Escoliose. A abordagem do paciente também é um diferencial na Espondiloterapia. A primeira preocupação do Espondiloterapeuta é a de determinar onde ocorreu a “ADEC” ou, em outras palavras, onde está a “MP”. A pesquisa para encontrar a “MP” que esta provocando a “ADEC” pode levar o terapeuta a investigar vários campos como trabalho, lazer e o próprio descanso. Mas por que determinar a “ADEC” e a “MP” correspondente é tão significativo? Dependendo da “ADEC” ou da “MP” que a está ocasionando saberemos o tipo de comprometimento que estará ocorrendo. Os comprometimentos poderão ser a princípio, CIRCULATÓRIOS, DE IRRITAÇÃO DA RAIZ POSTERIOR, DE IRRITAÇÃO DA RAIZ ANTERIOR OU DE “BLOQUEIOS” SIMPÁTICOS.

            De menor expressão, mas reveladores para uma avaliação precisa, são os sinais nervosos emitidos pela irritação do Ligamento Longitudinal Anterolateral, do Ligamento Longitudinal Posterior, das Fibras Exteriores do Disco Intervertebral, da Face Anterior da Meninge (Nervo Recorrente – Meníngeo e Sinovertebral). As irritações nestas extruturas inervadas frequentemente desencadearão o "Arco-Rreflexo" que poderá gerar muitos dos comprometimentos relacionados aos músculos inervados pelas raizes anteriores na forma de tendinites, bursites, capsulites, osteofitoses e outros. Cada comprometimento tem seus sintomas característicos como dores de cabeça, tontura, dificuldades para concentração, memória fraca, para os Circulatórios, dores próximas da coluna para as irritações de Raiz Posterior, dores nas articulações ou nos membros superiores, inferiores ou ainda no tórax anterior para os comprometimentos de Raiz Anterior e distúrbios nas pálpebras, nas glândulas salivares, dificuldades para engolir, respiração superficial, arritmias, refluxo gastresofágico, problemas gástricos e urinários, para os bloqueios Simpáticos. Somente após a “coleta de dados (sintomas e hábitos posturais), determinar, com precisão, onde está a ADEC e a MP correspondente e dar a devida orientação corretiva é que o Espondiloterapeuta optará pelo estilo de manobras de massagem que utilizará. Poderá fazer uso da Massagem Neurocirculatória, Drenagem Linfática Propeli, Drenagem Sinovial, Massagem Osteossensibilizante ou mesmo de Trações e “Descompressões Vertebrais”. Neste último caso, a descompressão escolhida será sempre a mais abrangente, a que provocar menor pressão ou torção e sempre após aquecimento.

           A Espondiloterapia é “autossuficiente” para solucionar os problemas sob sua competência. As manobras de massagem (Massagem Neurocirculatória, Drenagem Linfática, Drenagem Sinovial, Massagem Osteossensibilizante), Tração e Descompressão Vertebral servirão para “apressar” os resultados.

            A Espondiloterapia também faz uso da “Avaliação Morfológica” que é extremamente eficaz em determinar onde estão e para que lado se irradiam as dores posteriores (facetarias) da coluna vertebral (quando se sabe o lado da compressão facetaria sabe-se também onde poderá ocorrer a projeção discal responsável pelos comprometimentos com a raiz anterior como bursites e hérnias). A “Avaliação Morfológica” é tão eficiente que pode “apontar” onde a coluna vertebral tem, teve ou terá problemas.

           Entre os terapeutas existe pressuposto que o sucesso de um tratamento depende, em pelo menos, 70% da colaboração do paciente. Não acreditamos nisso. Se o paciente não for orientado eficientemente não poderá arcar com sua parcela de responsabilidade. O conhecimento do paciente sobre sua condição é indispensável para uma efetiva colaboração. Conseguiremos isso lhe dando conhecimento sobre seu estado e a necessidade de sua participação. Subestimar a capacidade de compreensão do paciente é um erro. Sendo assim, no 1º momento a responsabilidade é 100% do terapeuta e passará ao paciente na medida em que o mesmo torna-se sabedor, entendedor e colaborador quando a responsabilidade será 100% sua. Quando alcançamos este estado a cura estará assegurada.


 




 

No curso ESPONDILOTERAPIA você recebe-se qualificação para intervenção em:

Obs. Caso você tenha formação apenas em MASSOTERAPIA: em alguns dos procedimentos será necessária a parceria com outro profissional da saúde que, dependendo do tipo da intervenção, poderá ser o médico,  o fisioterapeuta, o educador físico ou o nutricionista.

Avaliação da coluna vertebral por sinais, sintomas e testes;

 Dores de cabeça;

 Vestibulite;

 Memória fraca;

 Dificuldades para concentração;

 Dores na "linha" da nuca;

 Dores cervicais;

 Torcicolo;

 Uncartrose;

 Dores na Cintura Escapular;

 Dores no ombro (tendinites, bursites e capsulite);

 Dores nos epicôndilos;

 Comprometimentos no carpo (Síndrome do Túnel do Carpo);

 Dificuldades para fechar a mão ao acordar (indício de reumatismo);

 Tremores na vista;

 Dificuldades para engolir;

 Aumento da salivação;

 Dificuldades para inspirações profundas;

 Dores que percorrem costelas chegando ao peito;

 Refluxo Gastresofágico;

 Gastrite;

 Dor torácica;

 Aumento da frequência urinária / incontinência urinária;

 Cólicas menstruais;

 Dores lombares;

 Dores na nádega;

 Dores na articulação coxofemoral;

 Dores na coxa (anterior ou posterior);

 Dores no joelho;

 Dores na perna;

 Câimbras;

 Fascite plantar;

 Dores no tarso (Esporão do calcâneo posterior e plantar);

 Reumatismo;

 Espondilolistese anterior e Retrolistese;

 Osteoporose;

 Varizes;

Etc..

Obs. Caso você tenha se identificado como portador de algum dos comprometimentos acima citados, procure um profissional "SOS CORPO - FRANQUEADO" próximo de você. Clique aqui.

 

Massoterapeuta- DIFEP nº1956/SS/POA/RS
Pedagogo
Fisioterapeuta
Diretor da Escola de Massoterapia SOS CORPO







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